Achei que aquele lance de ficar paralisada olhando pra você quando nos conhecemos tinha algum significado. Passado algum tempo, descobri. Aquele magnetismo inexplicável era algum tipo de previsão (Lê-se: Precaução) do que estava pra acontecer: Duas pessoas. Gostos diferentemente iguais (E vice-versa). Signo de Leão. Timidez. Compreensão. Dá pra sacar? Somos muito diferentes e, muitas vezes, extremamente iguais. Gostamos de discutir coisas simples e complexas. Somos extremos, mas nos entendemos (Ao nosso modo!). E por que precaução? Ah, meu caro, vê se me entende. A amizade é o caminho mais sem volta do universo... Quando a amizade é sincera e vale à pena, fazemos qualquer coisa pelo amigo. Somos capazes de abdicar de coisas, até então, muito importantes, mas que perdem o sentido ao ir contrário ao sentido de uma amizade. Entende? Amar a um amigo é o crime mais lindo que alguém poderia cometer (Entenda). E eu cometi. O sentimento é um pecado! E eu adoro esse pecado, cometo fervorosamente! Sabendo que vale à pena. E sou grata a mim. E a um grande amigo. Digo uma verdade: Se nós não fossemos amigos, daríamos um jeito de o ser. Porque se fomos postos no caminho do outro, há de ter algum bom motivo! Eis um fato: És meu amigo! Eis um motivo: Eu te amo.
Poderia resumir: Meu amigo!
D!
segunda-feira, 28 de março de 2011
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Por que não?
As pessoas, na maioria das vezes, tem medo de arriscar um pouco mais. Por que deixar pra depois? Por que não fazer o que se está com vontade? Por que dizer "não" quando se quer dizer "sim"? E por que dizer sim? Por que falar o que pensa, muitas vezes, não é a melhor coisa? A verdade dói, eu sei. Mas antes uma verdade que doa que uma mentira sustentada pra fazer alguém sorrir por algum tempo, quando a verdade vem à tona é sempre pior. Alimentar esse tipo de sentimento, prática ou seja lá o que for, é o que realmente dói, o que realmente machuca. O que eu não entendo é porque as pessoas se privam disso. O mundo seria tão mais bonito e compreensível se todo mundo dissesse o que pensa, sem medo do julgamento final.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
?
Uma tarde meio mórbida, um cigarro meio aceso, a fumaça saindo lenta simultâneamente pela boca e pelo nariz. E pensamentos incessantes sobre qualquer coisa que vaga no ar, até o som de uma flauta sendo trazido de longe. Consigo imaginar um casal ao se apaixonar (Deve tocar algo parecido). É bom sentir-se apaixonada. Pena que o mais próximo que eu consiga chegar disso é me apaixonar todo final de semana. Tantas peles, tantas bocas, tantos cheiros, tantos sexos. Quero só uma pele, uma boca, um cheiro e um sexo, cuidadadosamente variáveis. Quero sei lá o quê.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Epifanias...
É estranha a sensação de vazio quando você sabe que não foi e não é a paixão de ninguém. No quesito relacionamento, a minha história não é a mais intensa tão pouco interessante. Prefiro dizer que eram relacionamentos múltiplos. A cada final de semana. Nada sério. Cansei. Cansei de tudo isso. Um copo de cerveja cheio representa alguém apaixonado e o meu copo há muito só tem dois ou três goles. Sinto falta. Sinto falta do meu copo cheio. - Se é que ele foi realmente cheio um dia - Sinto falta de ter um motivo pra desentristecer. Falta de um sorriso sincero. Vontade de um olhar apaixnado e uma transa transbordando paixão. Ardente. Cansei de apenas me satisfazer. Quero satisfazer, realizar alguém. Quero sentir o cheiro da tarde, o gosto do café e as cores da paixão. Num balanço de rede qualquer.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
O que leva uma pessoa a achar que é dona da verdade? Subir num pedestal e nunca mais sair de lá, mesmo perdendo o "posto"? PORRA! Será que essas pessoas não percebem que assim elas só criam uma barreira de proteção, ou seja lá o que for? Ás vezes é muito preciso descer do pedestal, deixar um pouco o orgulho de lado, parar de ser esnobe. Mas quem vai mudar sendo assim e tendo o mundo aos seus pés? Difícil.. Eu não consigo entender!
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Sobre pessoas.
Talvez seja melhor acreditar quando muitas pessoas falam que alguém é assim ou assado. Não obtive sucesso algum nas tentativas de acreditar que tal alguém é melhor do que falam. Talvez nem seja má fé. Talvez seja só verdade.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
últimamente eu tenho uma vontade, uma estranha vontade interminável de resgatar tudo o que já me foi bom, tudo o que me foi útil e que deveria continuar sendo. novas fases, novas vidas, um brinde! e a minha, cadê? não gosto de ser egoísta, nem quero, mas não posso, nem consigo ser completamente altruísta.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
de quando chove...
gosto de sentar na varanda bem perto da chuva
gosto de uma boa música e um cigarro longo pra me acompanhar
gosto de como os pingos da chuva chegam até a mim
gosto de ter você no pensamento, ainda que seja só lá..
gosto de uma boa música e um cigarro longo pra me acompanhar
gosto de como os pingos da chuva chegam até a mim
gosto de ter você no pensamento, ainda que seja só lá..
quarta-feira, 23 de junho de 2010
O que acontece quando você joga velhas cartas na lixeira é que não está jogando apenas papéis. Está jogando pessoas e sentimentos. Está jogando no mundo um passado, talvez, nem tão significante. Deixando pessoas, lugares, lembranças e sentimentos virarem lixo. Lixo, esse, que poderia ser reciclado e, certamente, é jogado fora sem receio ou amargura, apenas por ser mais cômodo não ter trabalho algum.
sábado, 19 de junho de 2010
Durante muito tempo eu pensei ter lhe esquecido e, hoje, lembrando de tudo o que sentimos e, supostamente, vivemos eu vejo que não! Diante disso, vejo que o meu sentimento, pelo menos não morreu. E mais: continua bem vivo, ardente. Muito mais forte. Em contra-partida você tem um coração gélido e seus sentimentos estão vegetando. Mas, para mim, a distância é uma ponte que nos leva a acreditar no que parece ser impossível.
Eu acredito.
Eu acredito.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Eu já quis ter um grande amor. Já quis me apaixonar desesperadamente e que alguém sentisse o mesmo por mim. Já quis desejar loucamente um alguém e quis ser desejada assim também. Já quis sair pra olhar o pôr-do-sol ou pra pagar a conta do telefone. Já quis fazer planos. Já fiz planos, mas nunca fui muito bem sucedida. Geralmente, os faço sozinha e os enterro sozinha. Já me apaixonei, três ou quatro vezes. Nenhuma delas passou de paixão platônica. Nos grandes relacionamentos que tive não houve paixão ardente. Só desejo, só carne.
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